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quarta-feira, 15 de agosto de 2012

OS 12 MANDAMENTOS

1 – Ninguém nem nada é insubstituível, mas algumas pessoas e coisas são mais difíceis de substituir. 2 – A humanidade não é racional, portanto o mais racional para alguém é saber viver em um mundo irracional e tolo. A ovelha negra sempre morre primeiro, saiba como não nadar contra a corrente para evitar problemas. 3 – Viver por algo exterior é inútil, seja por pessoa querida, uma causa, uma ideia ou qualquer outra coisa, tudo isso certamente não passa de uma forma de compensar a insatisfação com a própria vida, o que não é necessariamente ruim. Alguém que tem na própria vida com todas as suas forças não precisa colocar suas forças em uma suposta causa externa, “viver em nome de Deus”, por exemplo. 4 – As aparências não enganam, a má interpretação delas sim. No geral, a aparência não mostra o caráter ou capacidade de ninguém, mas mostra os seus gostos, decisões e talvez a posição social, e tudo isso é importante. 5 – Siga o pressuposto de que tudo de ruim na sua vida é sua culpa, incluindo problemas de nascença como nascer favelado, feio e estúpido. Não busque fora de si a justificativa do que só interessa a você mesmo, não me importa sua desgraça e seu fracasso. Culpe a si mesmo e então aja para melhorar sua situação, os créditos do sucesso também serão seus, tudo o que conseguimos ou perdemos deve ser creditado ou cobrado apenas de nós mesmos. O nosso destino só depende de nós, o feliz não deve nada ao infeliz, não importa quão grande seja a diferença entre eles. Esse pensamento é a prova de coitadinhos e acomodados. 6 – Saiba a hora de cada coisa, o contexto é tudo, quem sabe se adaptar bem a cada contexto é bem aventurado. Há a noite do álcool, mas também há a reunião do trabalho, e ser você mesmo pode ser um problema no momento errado. Seja você, mas moldado de acordo com o ambiente para melhor adaptação. 7 – Não há bem e não há mal, certo ou errado, tudo é permitido, pois não existe nada eterno ou absoluto, nós construímos a moral, nós podemos destruí-la quando e como bem entendermos. 8 – Não há sentido para o universo, não há sentido para a vida, não existem respostas para nossas perguntas fundamentais, criemos nosso sentido pessoal então. Qualquer um tem completa liberdade para decidir o que faz sentido e o que não faz, a falta de sentido ou objetivo nos dá completa liberdade para decidir o que fazer ou não, sem medo de nada. 9 – O mundo não é justo, a vida não é justa, as pessoas podem ou não ser justas, quanto mais cedo você se acostumar com esse fato, melhor. A crueldade é uma consequência inevitável da natureza de nosso universo. O que vai pode voltar ou não, se queremos justiça, devemos fazê-la com nossas próprias mãos, nenhuma justiça divina irá se manifestar milagrosamente. Não pensemos que o “bem semeado” irá voltar em uma linda árvore, é uma possibilidade, mas só se aqueles que nós ajudamos forem agradecidos, é bem possível que que o só prejudica os outros seja cada vez mais feliz e mais bem-sucedido, e quem sempre se preocupa com os outros apenas sofra e afunde na misérias. Eis os infortúnios da virtude, não há justiça, só o acaso, as chances de um traficante e um voluntário morrerem com um raio são as mesmas. 10 – Impotência é o único pecado verdadeiro, nada é mais detestável que uma pessoa que não é capaz de agir pelo que deseja. Uma pessoa digna de pena também é digna de morrer. Mas quem sou eu pra falar de dignidade? Todos somos dignos da morte, só que alguns são mais dignos que outros. 11 – O intelecto não vale de nada quando não é usado para absolutamente nada, queridos intelectuais, me enoja ver a forma como vocês se acham superiores apesar de estarem no fundo do poço da cadeia alimentar da sociedade. Inteligência não é ter lido todos os livros do Immanuel Kant, inteligência é aprender com o que se vê, lê, ouve e se faz, e usar tais conhecimentos para proveito próprio. Claro, o conhecimento em si e sem prática possui valor, mas não deve ser usado apenas assim, pois é um desperdício, é como possuir um carro e não usá-lo para andar. 12 – A verdade imutável, a mais dura, a mais pura, a principal verdade e base de todo o universo é que nada importa, que o universo é completamente indiferente a nós. Nenhum ideal vale realmente a pena, as ideias morrem assim como as pessoas, nenhuma obra durará para sempre e eternizará seu perpetrador. O fim é inevitável. Por que não apreciar o presente e esquecer essas tolices de mundo perfeito, reino de Deus, comunismo, paz mundial e igualdade? Viver com indiferença a tudo exceto o seu próprio prazer é a forma mais racional de existência, mas todas são válidas, tudo é válido, absolutamente tudo, não existem regras, não existem limites. Só existe um fim, e esse fim é igual para todos nós, apenas o caminho para esse fim é igual, no final não faz diferença qual caminho nós escolhemos, mas enquanto estamos nele, é ele que importa. O meio independe do fim.

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terça-feira, 14 de agosto de 2012

Vendetta

V

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